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3 Dias em Bangkok

12 ago 2017

Bangkok é a capital da Tailândia e possui cerca de 8 Milhões de habitantes. A cidade está no topo da lista dos viajantes e é um must go pra quem gosta de cultura, vida noturna e comida boa.

Chegamos no aeroporto depois de uma longa viagem e fomos procurar pela “vigilância sanitária”, onde você apresenta sua carteira internacional de vacinação comprovando sua vacina contra a febre amarela. Sim, é obrigatório. Sem a autorização deles, você não consegue passar pela imigração.
Ficamos bem perdidas, havia pouca informação do que fazer e onde fazer, mas no final tudo deu certo.

Pegamos nossas malas e ao sair do aeroporto a primeira sensação que tive foi: Meu Deus, que calor! É um calor diferente, é úmido, o que torna ainda mais quente. Foi um dos lugares mais quentes que já estive (páreo duro com Chichén Itzá, no Mexico).

Pegamos um taxi fora do aeroporto, como expliquei no post anterior, e se você ainda não leu o post anterior, clique aqui, pois tem algumas informações importantes para saber sobre o país.
O taxista era um senhor Tailandês, com sorriso no rosto e muito prestativo (Sim, todos os Tailandeses, ou a maioria, possuem um sorriso no rosto). A comunicação com ele era impossível, ninguém falava Tailandês, ele não falava inglês, e ninguém tinha sequer um mapa ou internet no celular.

Alguns quilômetros do aeroporto entramos na Cidade, ou melhor, no caos. Sim, Bangkok é caótica. Esse é um dos motivos que eu recomendo começar sua jornada na Tailândia por Bangkok, da cidade agitada para a tranquilidade das praias.

Lembro bem que eu estava sentada no banco da frente e o motorista parou no acostamento e falou em Tailandês com a gente. Em vão, ninguém entendia nada. Ele não conseguia entender o nome do hotel, pois o idioma thai é muito diferente de nosso alfabeto ocidental.

O motorista então, teve a ideia de parar em um hotel qualquer, no meio do caminho, e procurou alguém que pudesse se comunicar com nós e com nosso albergue. Deu tudo certo, mas alguns momentos foram de stress e medo.

Chegamos no albergue. Sim, ficamos em albergue. Como estávamos em 4, pegamos sempre 1 quarto quádruplo. Tivemos o cuidado de procurar sempre por lugares com ar condicionado. Acredite, é impossível ficar num hotel sem ar condicionado.
Os hotéis na Tailândia têm preços bem acessíveis, mas escolhemos albergue por conta da galera mais jovem e da programação. Clique aqui para ver o albergue que ficamos.
O lugar é muito limpo e bem localizado, e 2 diárias para 4 pessoas saiu por R$ 454,00 (Sim, R$ 56 por dia).

Até encontrar o albergue, fazer check-in, tomar aquele banho, já era quase noite. Estávamos exaustas e famintas. Outra recomendação é chegar e não dormir para se adaptar melhor ao fuso. A programação do 1º dia foi: Sky Bar (Onde foi gravado o filme “Se beber não case”, Asiatique e Khao San Road).

Para jantar tivemos que, é claro, ir de tuk tuk. Os tuk tuks estão por toda a parte. Existem alguns com sons, com iluminação, coloridos, enfim, tem para todos os gostos. Andar de tuk tuk é muito divertido.

Tuk Tuk

A primeira parada foi no Sky Bar. Em Bangkok existem vários bares e restaurantes rooftop. Nós fomos ao Lebua, que é um dos maiores sky bars do mundo, com 244 metros de altura. Ele exige um traje mais formal (Estávamos com uma roupa mais arrumada, porém, de rasteirinha. Não recomendo ir de saia rodada, pois venta muito) e é aberto para jantar ou somente tomar uns bons drinks. Nós optamos, é claro, pelos drinks.
O visual é incrível e a experiência também, pois o lugar é muito lindo.

Em seguida fomos ao Asiatique, que é uma feira noturna mais “fancy” de Bangkok. Lá você encontra muitas opções de restaurantes e artesanatos. Bangkok possui muitas feiras noturnas. Foi difícil escolher um lugar para jantar, pois todos pareciam bem legais. Lá tomamos a primeira Chang, que é a cerveja pilsen tailandesa, e comemos chicken satay, que consiste de carne temperada e grelhada em espetos de madeira, e servida normalmente com molho de amendoim.

Estávamos super animadas e querendo aproveitar ao máximo a noite na Tailândia e o próximo destino foi a famosa Khao San Road. É a famosa Tailândia dos filmes: maluca, agitada e caótica. É o paraíso dos viajantes, dos mochileiros e lá você encontra um pouco de tudo. Desde comidas exóticas, artesanato, shows, lady boys, enfim, uma mistura de muitas coisas, meio que impossível de descrever. Se alguém já foi para a Tailândia, me ajuda nos comentários a definir Khao San Road.

Encerramos a noite em Khao San Road, depois de muita Chang e diversão.

Nosso segundo dia em Bangkok foi marcado pela espiritualidade, foi onde ficamos o dia todo conhecendo os templos e um pouco da cultura budista. Eu particularmente gosto muito do budismo, tudo faz muito sentido para mim, e estar lá nos templos foi bem mágico.
Acordamos não tão cedo, ninguém é de ferro, né? e pegamos um taxi para Wat phra kaew. Como estávamos em 4, o taxi sempre era a melhor opção, mas de qualquer forma, é sempre bom perguntar a melhor maneira de chegar na recepção do lugar que você estiver hospedado.

What Phra Kaew é um grande complexo do século XVIII onde estão alguns dos principais templos do país. A entrada só é permitida com roupas apropriadas, cobrindo o colo e as pernas. O ingresso dá acesso também ao Grand Palace, a antiga residência do rei tailandês. É em Wat Phra Kaew que fica o Templo do Buda Esmeralda, o mais sagrado da Tailândia, em que, com exceção do rei, ninguém é autorizado a tocar na estátua. Também não é permitido fotografar no interior do templo.

Algumas chinesas que pediram para tirar fotos com a gente

Grand Palace

Grand Palace

Grand Palace, a antiga residência do Rei

Flor de lótus

Depois fomos caminhando para o What Pho (fica bem próximo), que é onde está o maior Buda reclinado (com 43 metros), e a maior coleção de imagens de Buda reunidas no país. No local há 108 potes para que o visitante deposite 108 moedas (sem valor), uma em cada um. O número “108” é considerado “da sorte” e o ritual é bem interessante.

Wat Pho

Wat Pho

Wat Pho

Em seguida fomos conhecer o famoso mercado flutuante. Existem muitos mercados flutuantes na Tailândia. Você faz suas compras pelos barcos e é um passeio interessante para conhecer, nada extraordinário, mas é um must go.

Rambutam, fruta típica, prima da lichia.

Mercado Flutuante

Depois de ficar o dia inteiro andando pelo sol, decidimos voltar para o albergue, para se arrumar e sair jantar. O pessoal da recepção nos recomendou uma feira noturna. Lá, tentaram nos vender o pingpong show, não fomos, mas se você tiver curiosidade, tem várias matérias na internet sobre isso. É bem famoso na Tailândia. Jantamos um padthai em um restaurante lá perto, que nem valeu a pena salvar o nome, e partimos atrás da balada.
Chegamos em um bairro super legal, com vários bares e baladas que infelizmente eu não lembro o nome. Foi lá que nossa amiga Cauane esqueceu seu iphone dentro do taxi e ficou sem celular todos os dias da viagem (amiga, tive que lembrar disso).

Feira noturna

Enfim, chegou o 3º e último dia em Bangkok, que reservamos para fazer algumas compras. Fomos para Chatuchak, o maior mercado de rua da Tailândia. Compramos aquela calça de elefantes que todo mundo que vai para a Tailândia compra, algumas bolsas artesanais e muitos colares e pulseiras, que, pra quem gosta, é um prato cheio. Comprei alguns colares de pedras realmente muito lindos.
Passamos quase o dia todo por lá e no final do dia fomos para o aeroporto conhecer o próximo e muito esperado destino, Koh Samui.

monge

No aeroporto

See you Bankok!

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1 Comentário
  1. Maria stucka
    13/08/17 - 09h44

    Adorei o Post. parabéns mocinha? Também quero ir para a Tailândia assim que der. Obrigada pelas informações. Excelente trabalho com lindas fotos ??????

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